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Voluntários dão aulas de português de graça para refugiados

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       ImprimirReportar erroTags:divulgação, jean, abraços, beijos, explica, mudança, beneficiados e haitiano375 palavras6 min. para ler
Voluntários dão aulas de português de graça para refugiadosVer imagem ampliada
Voluntários do Distrito Federal estão dando aulas de português gratuitamente para refugiados de países como Haiti, Paquistão, Síria e Venezuela.

O projeto é de alunos do curso de relações internacionais do Centro Universitário Iesb, em Brasília.

Os voluntários criam planos de aula se baseando nas necessidades de cada imigrante e ensinam de forma individual.

“Temos alunos da Síria e do Paquistão, por exemplo, que são culturas completamente diferentes. Então, fizemos uma apostila impressa trabalhando com temas como gênero e tipos de família. Toda aula é uma viagem”, diz a professora de antropologia Francisca Gallardo, coordenadora do projeto.

Desde 2016, foram atendidas regularmente 87 pessoas que fugiram de lugares em situação de guerra, perseguição política ou pobreza extrema – muitas vezes, os alunos conseguem emprego aos sábados e acabam frequentando poucas aulas.

Método

Dependendo do nível de fluência do refugiado no idioma, um mediador pode ajudar nas aulas em inglês, francês ou espanhol.

Pra socializar, eles servem um lanche comunitário no final das atividades.

A professora Francisca, que nasceu no Chile, sentiu na pele a diferença cultural quando chegou ao Brasil.

“Nós, chilenos, somos muito sérios. Não temos tanto toque no corpo, como abraços e beijos”, explica.

Mudança de vida

Um dos alunos beneficiados pelo projeto foi o haitiano Wilner Jean, morador do Paranoá.

Ele começou a frequentar as aulas em setembro, um ano depois de chegar ao Brasil. Depois de dois meses, começou a trabalhar aos sábados e teve de interromper o curso, mas afirmou que a experiência valeu a pena.

“Minha vida já mudou. Eu tive a experiência da cultura, de diferentes palavras. No trabalho, me ajudou muito na linguagem.”

Aulas no DF

O Instituto de Migrações e Direitos Humanos (IMDH), que faz o acolhimento dos imigrantes e os encaminha para as aulas, fica no Varjão.

Já a unidade do Riacho Fundo recebe mais alunos do Paquistão e da Síria, porque vários imigrantes do Oriente Médio se estabeleceram na cidade.

As aulas são aos sábados – das 16h às 18h no Paranoá e das 15h às 17h no Riacho Fundo.

Para participar do projeto, procure o IMDH, na conjunto C da Quadra 7 do Varjão.

O telefone do instituto é 3340-2689.

Não é necessário levar documento de identidade.

Fonte: www.sonoticiaboa.com.br - com informações do G1

Foto: IESB/Divulgação

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